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segunda-feira, maio 31, 2010

Surya Namaskar

Para quem necessita de iluminar o seu interior.
Ou, simplesmente, para quem gosta de saudar o Sol.

Namaste!


Música: "Só o Sol", de Viviane
(Imagens da minha autoria)

segunda-feira, novembro 09, 2009

A Dama de Ferro

300 metros de altura (320,75 metros com a antena). 7000 toneladas de peso, incluindo 40 de tinta. 15 mil peças de aço e 1652 degraus.

A Torre Eiffel em números. Do topo, o ponto mais alto de Paris, tem-se uma vista panorâmica da cidade. De tirar o fôlego, mas também de incutir algum enjoo ao visitante de estômago sensível.

Concebida por Gustave Eiffel (Dijon, França. 1832-1923) para a Exposição Universal de 1855, esperava-se que durasse cerca de 20 anos e já lá vão 120.

Depois da construção da Torre, Eiffel dedicou-se a estudos científicos nos campos de meteorologia, radiotelegrafia e aerodinâmica. Tinha um pequeno apartamento com um gabinete no topo da Torre, preservado até hoje num testemunho ao estilo de um pequeno museu (apenas visível do exterior).

Tinha uma ideia de lugar comum. Algo do género “toda a gente fala mas, se calhar, até nem é nada demais”. Enganei-me: conquistou-me. De um modo que os Parisienses não conseguiram. Apesar de metálica e muito imponente, consegue ser mais calorosa que eles…

E não me saía da ideia aquele filme (“French Kiss”, se a memória não me falha) em que a Meg Ryan passa o tempo todo a querer vê-la e ela lá, aparecendo em todas as esquinas, espreitando por cima das casas, vislumbrando-se ao fundo de cada rua. É realmente uma presença constante. Valeu a pena subir ao seu 2º patamar pelas escadas e enjoar no seu topo, após uma subida insípida num elevador apinhado de turistas e com um “guarda-freios” tipicamente parisiense. Só tive pena de não estar o céu mais limpo…



Para quem tiver curiosidade em saber mais: http://www.tour-eiffel.fr/index.html

domingo, agosto 16, 2009

Alhada de Raia

Raia, Batata e Alho, esmagado de preferência.
Azeite e sal. E um pouco de água.



Só assim?...
Mas e... Talvez se...
Não. É só assim.

Simples, como as coisas boas da vida.

Bom apetite!

domingo, novembro 23, 2008

Perspectiva

Estou tão contente!
Finalmente consegui transmitir para o papel um espaço que estava a ver e onde estava integrada, sentindo-o crescer como tal à medida que o ia esboçando.

É engraçado como tudo o que nos estavam a tentar transmitir durante esta pequena formação, de repente, fez sentido. Foi muito gratificante olhar para o papel e, embora não estivesse terminado, identificar o que estava a desenhar como sendo que estava a ver...

Um dos participantes rematou a sessão com um desabafo: o estado de espírito influenciou o resultado final do seu desenho. Na sessão anterior não estava tão bem consigo próprio e as coisas correram mal... Ao que a formadora respondeu "E, afinal, não é isso a Arte? A inspiração?".

Na altura pareceu-me incompleto, mas não sabia ao certo o que faltava. Agora sei. Para mim a Arte é mais que isso: é quando a técnica, desenvolvida através de árduo trabalho, encontra a inspiração.

Mas isso é irrelevante neste preciso momento: estou contente e pronto!

domingo, setembro 23, 2007

Saudação ao Sol

Porto Santo.



Sem razão aparente, uma madrugada acordo com uma espertina que decidi, inexplicavelmente e num impulso, aproveitar.



Ainda de noite, saí para a praia. Acompanhada da minha máquina de registo de sensações e de uma curiosidade latente acerca do que me esperava.

Deixo alguns testemunhos de um amanhecer inesquecível.

Quer-me cá parecer que o Cosmos andava a preparar há já algum tempo uma complexa conspiração a meu favor.


E conseguiu...

Irrepreensivelmente.




Parte do resultado está à vista.
O resto... permanecerá dentro de mim.
.
Com excepção daqueles preciosos retalhos que o meu renovado sentido de intimidade permita que eu partilhe com os que amo.


sexta-feira, março 30, 2007

Budapest "under the leafy boughs"


Nas minhas mais recentes férias, visitei um pequeno museu de fotografia na cidade de Budapeste. Comprei lá um livrinho de fotos com um título do género "Fotos sem palavras".





É um livrinho de uma colecção que achei muito interessante. Este, em particular, da autoria de Schäffer Zsuzsa, revela-nos um olhar sobre a cidade através de um véu de árvores, de um modo íntimo e muito inspirador.










Acabei por ser fortemente influenciada...


domingo, outubro 15, 2006

Fotografia – Cor & Textura

Descobri há pouco tempo a fotografia. Sempre gostei de ver, mas nunca me tinha lançado à empreitada de conhecer mais que para além de um trabalho de escola sobre o tema. E agora, confesso, não sei muito mais que nessa altura. Tenho é a grande vantagem de ter do meu lado as novas tecnologias: uma máquina digital que faz maravilhas para “totós” como eu…

Entretanto, descobri também o site "Olhares". Pode não ser o melhor nem é, de modo algum, o único com o intuito de divulgar esta arte. Mas foi aí que me aventurei a expor os meus primeiros “trabalhos” enquanto curiosa.

Desde então que fotografo quase tudo o que me aparece à frente, tenha ou não interesse como imagem a ser divulgada: apenas capto o que vejo, seguindo o meu ímpeto e os meus sentidos. E tenho cada vez mais avidez de captar com a câmara o que considero que possa retratar as coisas, as sensações e, porque não, os sentimentos que me fazem sentir bem, me perturbam ou que, simplesmente, me captam a atenção.


Quando refiro os sentimentos, confesso que os considero difícil de transmitir numa imagem. Principalmente porque não me sinto minimamente à vontade para fotografar pessoas: os retratos de pessoas, seja com expressões faciais seja com expressões corporais, serão, talvez, os grandes veículos para transmissão de sentimentos em fotografia. E os objectos inanimados ou imagens que não contenham componentes humanos podem ter interpretações diversas das que lhe damos quando fotografamos – há, na minha modesta opinião, um risco maior de não conseguirmos fazer passar a mensagem que está na nossa cabeça.


De entre os temas mais fáceis de retratar, ou melhor, de entre os elementos que contribuem mais objectivamente para transmitir uma determinada mensagem contida numa imagem, encontram-se as cores e as texturas. Porque dependem principalmente da visão. Um amigo fez-me ver que as texturas são acentuadas com o ângulo da luz: o início ou o final do dia proporcionam-nos as melhores condições para salientar alguns tipos de texturas. E (obviamente, quando não se trabalha a preto e branco) as cores e as suas combinações são essenciais para conseguirmos transmitir a nossa mensagem com a força que a imagem que captámos nos transmitiu a nós próprios.


Deixo aqui alguns exemplos do que tenho fotografado dentro deste âmbito.

Agradeço comentários construtivos… É que o site “Olhares” peca por isso: os seus participantes raramente criticam as fotos que lá coloco de modo a dar-me pistas ou abrir-me novas portas para a procura da melhoria do trabalho exposto.


O meu próximo objectivo é fotografar o vento. E vou-me debruçar também na pesquisa de como retratar sensações como o cheiro ou o sabor…