Mostrar mensagens com a etiqueta Perfil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Perfil. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 15, 2015

Orgulho na Gorgulho


Uma das estórias da minha vida, que abrange temas que me ocupam maioritariamente o pensamento nos últimos tempos, foi publicada no nº 37 de uma das revistas (senão a revista) que mais prezo atualmente em Portugal: a Gorgulho, editada pela associação Colher para Semear (CPS), da qual muito me orgulho ser sócia.

para ler mais, clicar aqui

E, para quem tenha interesse, deixo também o editorial, com um excelente texto, muito pertinente e atual, dedicado à agricultura (dita) familiar e aos meandros desta problemática, nos dias de hoje.

para ler mais, clicar aqui


quinta-feira, maio 28, 2015

Paz interior

Tanto procuramos cá fora que nos esquecemos que temos o poder de a encontrar dentro de nós.

E é só respirar :)

(Gosto mesmo da imagem final)

terça-feira, março 17, 2015

Carta-poema-prosa


à minha mana

Com um certo desconforto de parte a parte por, confessadamente, me lembrar muito pouco da sua existência inicial como novo rebento da família, nasceu, faz hoje 40 anos, a minha irmã.

Recordo, porém, vezes sem conta e sempre com um sorriso na alma, alguns episódios da nossa infância, repetidos quase até à exaustão em conversas de família, e que me dispenso de aqui relatar.
Mas não me dispenso de sublinhar a importância da sua intervenção no processo do meu crescimento interior e autoconhecimento, o qual está particularmente patente, entre outras referências escritas e faladas, neste meu outro artigo.

Inconscientemente ciosa das suas verdades interiores e fiel depositária das minhas (in)confidências, é a melhor irmã que alguma divindade ou prognóstico astrológico poderia ter colocado no meu percurso de vida. Pode estar longe da minha vista, mas nunca do meu coração: nele estará sempre (e para sempre) presente.

Feliz aniversário, mana.

Com um abraço cósmico, imenso e apertado,
Tua, sempre e para sempre,

Mana.

terça-feira, dezembro 23, 2014

Lamechice de época

Como ainda não tinha aqui deixado a "marca" desta família que me tem acompanhado durante o ano de 2014, fica aqui o testemunho.

Uma derradeira lamechice para este ano, verdadeiramente felino: Boas Festas da Gata Hari e dos filhotes Bob e Specky.

Que 2015 seja sereno como eles e nos dê a sua agilidade para lidar com a vida.
:)


terça-feira, dezembro 16, 2014

Pausa da pausa

Estou cansada de estar cansada.

Quero descanso de um cansaço geral que se vem apoderando de mim desde esta altura.

Pensei que o isolamento (pelo menos, no que toca à internet e, em particular, ao Facebook) seria a solução.
Não andava longe da verdade. Mas é mais do que isso. Muito mais.
Preciso de um isolamento interior, mas sem me isolar do exterior.

?!?

É isso mesmo. Talvez um pouco na linha do que John Francis me transmitiu no vídeo que partilho de seguida (mais uma vez, bem haja, mana).


Duas ideias principais me ficaram desta mensagem:
  1. Aprende-se muito mais calando-se a nossa mente tagarela (para isso, é preciso uma autodisciplina consistente e duradoura para ouvir mais os outros, fazendo com que a nossa própria voz interior seja mais uma a ouvir com atenção)
  2. Tira-se mais partido desse esforço se não cortarmos de vez com a nossa expressão verbal * – tem é de ser uma expressão verbal objetiva, sucinta e proferida apenas quando absolutamente necessário, fruto de uma ponderada introspeção (agir, não reagir).
* (senti que a mensagem do John Francis era difícil de entender dado que, talvez por causa da longa pausa de 17 anos que ele fez na audição da sua própria voz ou talvez por ser uma TedTalk, com as condicionantes temporais que impõe, a sua capacidade oratória seja algo atabalhoada – fico com a impressão que os seus pensamentos são muito ricos, mas não os consegue verbalizar)

Daí ter elegido um mote para o meu horizonte, uma palavra a adicionar a todos os meus pensamentos e ao mais pequeno gesto:


segunda-feira, agosto 25, 2014

1969 - 2014

Como tenho sérias esperanças (como a minha bisavó) de atingir as nove décadas de existência neste mundo, isto quer dizer que atingi mais ou menos o ponto médio.
Ou seja, “hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.

Sinto-me como uma criança com todo um mundo pela frente.
E o que se pergunta a alguém assim? Pois... “O que queres ser quando fores grande?”

Forte. Quero ser forte.

Para tal, parece que é preciso, segundo estes senhores aqui, seguir uma lista de 13 coisas a evitar. Sei, há mil e uma listas destas hoje em dia... Talvez seja mais do mesmo, mas apeteceu-me. E escolhi esta porque não me diz o que fazer, mas o que não fazer J:
  1. Não perder tempo a ter pena de mim própria
  2. Não abdicar do meu poder sobre mim mesma
  3. Não evitar a mudança
  4. Não perder energia com coisas que não consigo controlar
  5. Não me preocupar demasiado em agradar aos outros
  6. Não ter receio de arriscar
  7. Não me martirizar com o passado
  8. Não cometer os mesmos erros repetidamente
  9. Não me ressentir com o sucesso dos outros
  10. Não desistir à primeira
  11. Não temer o silêncio ou o estar sozinha
  12. Não partir do princípio que o mundo me deve alguma coisa
  13. Não esperar resultados imediatos de nada, ou seja, ser paciente


A minha prenda para mim mesmo é usar uma pitadinha de um ou mais destes ingredientes pelo menos uma vez por dia. E, ao longo do tempo, cozinhá-los com um tempero primordial: o bom senso.
OK, talvez misturando alguns dos ingredientes de outra receita de há uns tempos atrás, esta muito minha e que tem vindo a resultar (pequenos nadas).

E venham os próximos 45! 
Depois logo revejo a situação J


NOTA IMPORTANTE: dedico este artigo a todos os que me acompanharam, num ou noutro momento, nestes 45 anos de existência. Algures neste percurso todos vós me ensinaram algo que faz de mim quem sou. Neste mundo ou noutro, presentes ou ausentes, perto ou longe, bem haja por fazerem parte das minhas memórias.

sexta-feira, agosto 01, 2014

Media, normal e moda...

Por isto é que eu não leio jornais.

(imagem de Leunig)

sexta-feira, junho 20, 2014

A minha alimentação

“As pessoas começam por abandonar a alimentação vazia e fácil ["alimentação laxista”], fonte de inúmeras doenças. Depois, desencantadas com a alimentação científica, que apenas procura manter a vida biológica, muitas passam a uma alimentação de princípio ["baseada em princípios espirituais e numa filosofia idealista"]. Finalmente, ultrapassando-a, chega-se à alimentação não-discriminatória da pessoa natural”.
Masanobu Fukuoka
(no capítulo “Resumo sobre a alimentação” do livro “A revolução de uma palha”)


À questão: "Você é vegan, certo?", a autora deste artigo responde: “Não”.

O discurso dela é tão consentâneo com o que sinto (e com o que me dá vontade de responder quando me questionam sobre o meu atual regime aimentar) que faço minhas as suas palavras.

“Ah então você isto ou aquilo ..."
 “Não.. Eu não sou uma praticante de nenhuma dieta específica. (…)
Qual é a minha regra de ouro em uma alimentação saudável? Comer para me sentir bem. Eu gosto de uma dieta rica em vegetais porque me faz sentir bem. (...) eu até posso ter uma leve obsessão por legumes: cozinhá-los, tirar-lhes fotos, procurá-los de propósito para comprar ...
Seguir uma alimentação saudável pode ser complicado, se se deixar, mas se desacelerarmos e nos ouvirmos com atenção, podemos ser conduzidos na direção certa.
Ou talvez optar pelo cheeseburger num determinado momento. E isso não faz mal.
Se eu tivesse uma dieta, manifestamente seria algo como isto:
  • Comer tantos vegetais quanto possível.
  • Beber muitos líquidos.
  • Não manter coisinhas para petiscar que não sejam saudáveis ​​muito perto.
  • Comer alimentos frescos, o mais perto de acabados de apanhar, quando possível.
  • Ser criativo.
  • Comer para se sentir bem.
  • Aproveitar o resto.”
E é isto.

quinta-feira, outubro 10, 2013

Criação, Caminho, Construção


Ontem foi um dia que assinalou um marco especial na minha vida.
Já uma vez tinha deixado umas notas provenientes de um texto de Miguel Esteves Cardoso que diz que: "O casamento não é um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente."

Chame-se o que se quiser. Casamento, seja.
Diz também que "É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam. (...) É um filho inteiramente dependente de nós. (...) Quando esse filho é amado por ambos (...) que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram."

Para mim, o casamento (que não precisa de um papel ou de uma aliança para o definir) é feito de todos os passos de um caminho que não tem fim, passadas pequenas ou grandes, até passinhos para trás; de todas as pedras de uma construção que nunca está terminada: pedras colocadas com cuidado ou arremessadas, estáveis ou que se desmoronam.

Tudo faz parte desse caminho, tudo faz parte dessa construção.
E esse caminho, essa construção, fazem parte de nós, integram o nosso ser, seja lá qual for o tamanho da janela temporal que ocupa na nossa vida.

Aqui fica a minha singela homenagem a todos os companheiros de vida de alguém.
Em especial ao meu.

segunda-feira, setembro 16, 2013

Minimalismo e simplicidade

Imagem daqui.

Aprendi o significado do minimalismo com a minha irmã. Numa idade em que nenhuma de nós sabia que isso existia e em que eu, por ser a mais velha, achava que lhe ensinava coisas a ela.

Mais tarde fui contactando com esta temática por via de alguma música que me agradou.
Encontrei também algo de minimalismo na meditação.

Mas teimava (e ainda teimo, por força do hábito) em seguir a “via do complicómetro”: tendo (ou querendo…) mais “coisas” do que realmente preciso, aceitando mais compromissos do que aqueles que posso cumprir sem grande stress, estabelecendo metas mais exigentes do que as que realmente me deixam satisfeita… Em suma, acumulando “tralha” material, mental e espiritual, que me leva àquela sensação de vazio inexplicável, e com a angustiante tendência de deixar quase sempre para amanhã o que poderia fazer hoje. Como se as coisas se resolvessem por elas próprias e o mundo, amanhã, estivesse mais límpido. Sem esforço da minha parte. Mas novo dia chegava e, invariavelmente, a coisa recomeçava…

Até que… (espera, que ela encontrou a solução milagrosa e vai-nos fazer uma revelação bombástica de como a sua vida mudou radicalmente e blá blá blá).

Não. Não é de todo assim.
Como disse no início, aprendi o significado do minimalismo era miúda. Mas não “ouvi” o que a minha voz interior me queria dizer e deixei que (maus) hábitos se instalassem.
Pelo que passei uma fase de reaprendizagem e continuo a aprender, todos os dias.

Para mim, o minimalismo não pode ser dissociado da simplicidade. Acho que são duas das ferramentas fundamentais para (vi)ver o mundo que me rodeia de um modo pleno.
Estas ferramentas, combinadas com outras (como numa receita gastronómica que vai variando com o gosto de cada um), permitem-nos ter mais espaço (físico, mental e intelectual) para as coisas que realmente interessam.

Verdade, hoje em dia já organizei muita “tralha” material, mental e espiritual. Desde abdicar de roupa e outros objetos que só ocupam espaço, a simplificar a minha agenda, passando por selecionar os hobbies e estabelecer prioridades para as minhas rotinas diárias, sinto que já dei alguns passos no caminho certo. Já me sinto mais em paz comigo própria, mais familiarizada com o meu silêncio interior. 
Mas a guerra continua. Com batalhas diárias, nem sempre bem sucedidas.

Porque o mundo que nos envolve, hoje em dia, cria-nos dificuldades a todos os níveis (que parecem impossibilidades, mas se as analisarmos bem de perto e com calma, chegamos, mais tarde ou mais cedo, à conclusão que não é bem assim).

(Recentemente, dei-me conta que existe todo um movimento baseado no minimalismo que se poderá intitular de filosofia ou modo de vida. Livros, blogues, páginas na internet, grupos no facebook… São bons para alertar e nos dar algumas ideias da experiência de outras pessoas, do que se vai pensando por aí, mas não há regras para isto e ninguém melhor que nós próprios para pôr pés ao caminho e encontrar a direção que mais nos convém).

Independentemente de estar “na moda”, e atendendo a que considero esta expressão algo pejorativa, sei que tenho ainda muito que aprender com o minimalismo e com a simplicidade.


E com a minha irmã J.

quarta-feira, maio 29, 2013

Santimana

Uma semana em Santiago dos Velhos...

sexta-feira, agosto 03, 2012

Tempo de parar.



A confluência das ideias que transmito no meu último blog * com a minha recente escolha pessoal e profissional vem resumidamente espelhada num livro que anda cá por casa nas mesinhas de cabeceira: “Viver sem chefe”, de Sergio Fernández, dedicado aos empreendedores deste mundo.

* (acrescimento.wordpress.com) 


Em mais uma publicação que parece que me caiu no colo no momento certo (como tem acontecido com alguns livros no último punhado de anos), o autor refere-se ao Downshifting (descer de categoria profissional para ganhar mais tempo ou qualidade de vida) e ao que ele classifica de “Achar que é preciso crescer sempre” nas páginas dedicadas ao “Erro 5 – Já morreu de sucesso?”.

(Como nota adicional, o capítulo tem uma imagem com a legenda “O seu negócio é uma bonsai ou uma sequoia?”) :)

Transcrevo algumas passagens que, para mim, neste momento em particular, fazem todo o sentido do mundo:

“(…) Cada vez há mais pessoas com a certeza de não quererem subir mais. (…)
Não lhe direi que pare de crescer económica e profissionalmente, nada mais longe da minha intenção, mas digo-lhe, sim, que pense se quer crescer de forma indefinida (…)
Para qualquer estrutura económica, não importa o seu tipo nem a que se dedica, existe uma zona crítica na qual ter sucesso implica deixar de ter sucesso. Porquê? Porque a carga de trabalho impede o cumprimento diligente das obrigações contraídas. (…) há um momento em que é mais sensato dizer “não”. (…)
Muita luz é como demasiada escuridão: ambas não deixam ver. Aspirar a crescer e a superar-se é uma condição do ser humano, mas é preciso saber fazê-lo, caso contrário depressa se verá numa situação em que o seu trabalho deixará de o satisfazer e, paradoxalmente, isso acontecerá por tê-lo em demasia.
(…) crescer sempre e de modo indefinido, em termos económicos, não é uma obrigação, mas uma opção. O sucesso foi inventado para ser desfrutado. Por favor, não morra de sucesso.”

Já diz o povo “o caminho faz-se caminhando”. Mais um passo gratificantemente doloroso no meu percurso de crescimento pessoal. Sigo em frente, porque “para trás mija a burra”.

terça-feira, abril 24, 2012

a arte de bocejar


“A princípio, sentimos o bocejo como um minúsculo vórtice de baixa pressão algures no meio da cabeça. Logo se espalha por todo o corpo num movimento em espiral, como num remoinho: dilata a sua faringe, narinas e canais brônquicos; erguem-se as sobrancelhas e os ombros; o diafragma baixa, para permitir que os seus pulmões expandam; obriga o coração a correr e aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro. Depois, numa reviravolta dramática, regressa à sua cabeça, onde consegue que a sua língua se recolha e força as mandíbulas a moverem-se para os lados e para baixo.
(...)
Assim, quando o cansaço cresce dentro da sua cabeça, como um vagaroso sistema climático, vá em frente e solte um bocejo à medida do seu coração.”

Texto de Véronique Vienne, foto de Erica Lennard
In “A Arte de Não Fazer Nada”

(um livrinho extraordinário J)

sábado, novembro 12, 2011

Projeto 2011

Já foram (quase) esgotadas as referências em vários sítios, blogs e plataformas virtuais.

Mas eu tinha de deixar aqui este testemunho: afinal de contas, não obstante todas as restantes pessoas que trabalharam neste evento e todas as ajudas que caíram (algumas literalmente) do céu - como foi o caso do tempo de sol excelente entre duas semanas de vento, frio e chuva - este foi o projeto principal dos meus últimos 10 meses de existência.

Muito gratificante!

:)

Aqui fica:


domingo, setembro 04, 2011

Despojos de um almoço de Domingo

De regresso às coisas simples.

Houve um tempo em que não gostava do Domingo: achava-o um dia entediante e desprovido de interesse, que apenas fazia sobressair um dos defeitos mais proeminentes em mim – a preguiça. Era um dia que me dava dores de cabeça…

Com o avançar dos tempos fui descobrindo as pequenas delícias que um Domingo nos pode proporcionar. Sem a ideia preconcebida de um descanso imposto, fui-me deixando levar pelo abandono prazenteiro de me entregar ao que me reserva este dia da semana.

Hoje aconteceu um almoço. A primeira vez que cozinhei búzios. Em feijoada. A iguaria, sem falsas modéstias, revelou-se uma surpresa gastronómica.

Fica o testemunho visual dos despojos.

Os principais atores desta minha peça tiveram um papel crucial. Acho que o segredo do resultado final depende sempre deles: os ingredientes têm de ser de excelente qualidade. Tomate e cebola da horta, apanhados ontem, e búzios fresquíssimos. Chouriço e azeite cá do nosso Portugal. O feijão era de lata, certo, mas foi aberta com muito jeitinho… J. E o toque final: salsa também acabadinha de apanhar.

É realmente algo que me dá cada vez mais satisfação fazer: cozinhar.

Para o jantar, alhada de raia.

E, no entremeio, um Domingo calmo, a gozar o “cantinho mais lindo do mundo”: a minha casa.

segunda-feira, maio 31, 2010

Surya Namaskar

Para quem necessita de iluminar o seu interior.
Ou, simplesmente, para quem gosta de saudar o Sol.

Namaste!


Música: "Só o Sol", de Viviane
(Imagens da minha autoria)

quinta-feira, agosto 27, 2009

40 anos e dois dias (e 50 mensagens no blog!!)

Uma data como outra quaquer.

Mas... e 25 de agosto de 1969?
Descobri uma págna na NET que simula um jornal com notícias da data do nosso nascimento.

Para além do Aniversário simultâneo (e contemporâneo) de Woodstock, descobri algumas coisas giras:
  • Fazem anos também o Sean Connery, 1930 (hmmm...) e Tim Burton, 1958;

  • Estava no TOP a canção "A minha mulata" do Duo Ouro Negro. Também "Sweet Caroline" de Neil Dianmond (cuja voz quente me acompanhou muitas vezes durante a infância e a juventude, nos velhinhos LPs em vinil do meu Pai) e, se bem que menos importante para mim, "My Way" de Frank Sinatra...

  • Foi inaugurada a Sede e o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, cujos Jardins têm feito parte de alguns bons momentos da minha vida.

Mas gostei particularmente do Horóscopo:

Escrito por outros, os outros que avaliem e tirem conclusões...

domingo, outubro 19, 2008

Sou mulher


"Ninguém nasce mulher, torna-se mulher".
(Simone de Beauvoir)


Não sou feminista. Não aspiro a tal e confesso que certas atitudes de quem se diz ou se pensa feminista me causam algum incómodo.

No entanto, tenho consciência que, se não existisse o feminismo ou, pelo menos, se determinados caminhos não tivessem sido percorridos, não estaria hoje, muito provavelmente, em condições de poder afirmar, com naturalidade, que sou mulher, gosto de o ser e anseio vivê-lo em toda a sua plenitude, abraçando quer a diferença entre Homem e Mulher, quer a diferença entre mulheres.

domingo, janeiro 20, 2008