segunda-feira, agosto 19, 2013
Comunicação assertiva.
quarta-feira, julho 24, 2013
Coração, coração...

quinta-feira, junho 06, 2013
Pérola de outono...
quarta-feira, maio 29, 2013
sexta-feira, abril 26, 2013
As florestas
"O vegetal (...) é a pedra fundamental de todo o sistema vivo, do qual dependemos hoje".
Imagens extraordinárias, umas fabulosas, outras aterradoras.
E verdades incontornáveis...
Filme oficial do Ano Internacional das Florestas. Dirigido por Yann Arthus-Bertrand para as Nações Unidas.
quarta-feira, dezembro 26, 2012
nāscor
nasceu novo jardim.
sábado, novembro 03, 2012
O exemplo da Islândia...
segunda-feira, setembro 10, 2012
PPPs: um exemplo de PQP
Segundo o site da Direção Geral do Tesouro e Finanças, numa secção intitulada "As PPPs em 7 questões", a resposta à questão 3 (Porque se lança uma PPP ) é:- A aplicação prática do modelo das PPPs, em Inglaterra é perfeitamente transparente: a divulgação de informação contém todos os elementos necessários a compreender os cálculos, ou seja, anexos com números (reais...).
- Em Inglaterra chegaram à conclusão que, face a metodologias tradicionais de construção e exploração, o aumento de despesa da aplicação de um modelo de PPP numa concessão de uma rodovia é de 47%.
- Adicionalmente, e também em Inglaterra, chegou-se à conclusão que 7% da despesa vai parar às mãos de consultores.
- Repito: os intervenientes do programa afirmavam que, em Inglaterra, as coisas são transparentes.
- Em Inglaterra, chegou-se à conclusão que o modelo das PPPs não traz vantagens, na prática.
- Em Portugal, os relatórios não trazem anexos, ou seja, não há informação suficiente, com números, que permita uma análise imparcial e objetiva dos processos das PPPs associadas a rodovias (SCUTs e outras que tais);
- Em Portugal existem trabalhos (doutoramento no ISEG)* que levam a valores de diferença entre custos reais das PPPs e custos previsíveis em metodologias tradicionais que ascendem a 80%. 80%... 80%!!
- Volto a repetir a ideia de transparência dos 47% em Inglaterra contra os "presumíveis" 80% em Portugal, onde "um dos cd que foram enviados ao grupo [que reavaliava as PPPs] estava em branco"
- Quando refutado por certas e determinadas pessoas com argumentos do tipo "ah, mas sabe que há sempre derrapagens, mesmo em metodologias de construção/exploração tradicionais", Avelino Jesus responde com os dados de um mestrado, também do ISEG, que estudou (se não me falha a memória)* 164 casos de obras públicas deste tipo com derrapagens, entre 1999 e 2011. Média: 32%...
* perdoem-me as ideias vagas, mas estou tão danada que nem consigo lembrar-me bem do que ouvi
O que resta dizer?
Talvez "fuck'em very much".
Ou melhor: Putas ao poder, que os chulos já lá estão... HÁ DÉCADAS!
(E os que já lá não estão, andam para aí a passear-se impunemente)
domingo, setembro 09, 2012
Jazz em blogue português
Com a assinatura de João Moreira dos Santos, aqui está um contributo que irei acompanhar sempre que possível:
http://jnpdi.blogspot.pt/
sexta-feira, agosto 31, 2012
Amanhecer
"Afinal, o futuro é uma mistura de decisões e acaso, que é o nome que se chama àquilo que se desconhece. Era decidir o que fazer e esperar o que viria."
In "Cassiopeia", de um anónimo que sei quem é mas que, como não assinou, vai ficar assim mesmo.
sexta-feira, agosto 03, 2012
Tempo de parar.

A confluência das ideias que transmito no meu último blog * com a minha recente escolha pessoal e profissional vem resumidamente espelhada num livro que anda cá por casa nas mesinhas de cabeceira: “Viver sem chefe”, de Sergio Fernández, dedicado aos empreendedores deste mundo.
* (acrescimento.wordpress.com)
Em mais uma publicação que parece que me caiu no colo no momento certo (como tem acontecido com alguns livros no último punhado de anos), o autor refere-se ao Downshifting (descer de categoria profissional para ganhar mais tempo ou qualidade de vida) e ao que ele classifica de “Achar que é preciso crescer sempre” nas páginas dedicadas ao “Erro 5 – Já morreu de sucesso?”.
(Como nota adicional, o capítulo tem uma imagem com a legenda “O seu negócio é uma bonsai ou uma sequoia?”) :)
sábado, junho 23, 2012
Parece que está aí o tempo quente...
Frutos do mar:
César:
Para acompanhar, pode preparar umas bebidas muito refrescantes à base de água, frutas e ervas aromáticas, cuja ideia sai do mesmo sítio do facebook onde retirei a ligação para as saladas.
terça-feira, abril 24, 2012
a arte de bocejar
sábado, abril 07, 2012
Renovação

domingo, novembro 27, 2011
Sonoridades: Bach e o Fado
sábado, novembro 12, 2011
Projeto 2011
Já foram (quase) esgotadas as referências em vários sítios, blogs e plataformas virtuais.
Mas eu tinha de deixar aqui este testemunho: afinal de contas, não obstante todas as restantes pessoas que trabalharam neste evento e todas as ajudas que caíram (algumas literalmente) do céu - como foi o caso do tempo de sol excelente entre duas semanas de vento, frio e chuva - este foi o projeto principal dos meus últimos 10 meses de existência.
Muito gratificante!
:)
Aqui fica:
domingo, outubro 02, 2011
Amor: retalhos II
domingo, setembro 04, 2011
Despojos de um almoço de Domingo
De regresso às coisas simples.
Houve um tempo em que não gostava do Domingo: achava-o um dia entediante e desprovido de interesse, que apenas fazia sobressair um dos defeitos mais proeminentes em mim – a preguiça. Era um dia que me dava dores de cabeça…
Com o avançar dos tempos fui descobrindo as pequenas delícias que um Domingo nos pode proporcionar. Sem a ideia preconcebida de um descanso imposto, fui-me deixando levar pelo abandono prazenteiro de me entregar ao que me reserva este dia da semana.
Hoje aconteceu um almoço. A primeira vez que cozinhei búzios. Em feijoada. A iguaria, sem falsas modéstias, revelou-se uma surpresa gastronómica.
Fica o testemunho visual dos despojos.
Os principais atores desta minha peça tiveram um papel crucial. Acho que o segredo do resultado final depende sempre deles: os ingredientes têm de ser de excelente qualidade. Tomate e cebola da horta, apanhados ontem, e búzios fresquíssimos. Chouriço e azeite cá do nosso Portugal. O feijão era de lata, certo, mas foi aberta com muito jeitinho… J. E o toque final: salsa também acabadinha de apanhar.
É realmente algo que me dá cada vez mais satisfação fazer: cozinhar.
Para o jantar, alhada de raia.
E, no entremeio, um Domingo calmo, a gozar o “cantinho mais lindo do mundo”: a minha casa.
domingo, agosto 14, 2011
Amor: retalhos
(...)
Quando nos esforçamos, quando damos mais um passo ou andamos mais um quilómetro, fazêmo-lo em oposição à inércia da preguiça ou à resistência do medo. (...) O amor, então, é uma forma de trabalho ou uma forma de coragem. (...) Se um acto não for de trabalho ou de coragem, então não é um acto de amor. Não há excepções."



